A 4ª Vara Criminal Federal condenou Zé Maria por "racismo" após um discurso contra o genocídio em Gaza e o regime colonialista de Israel sobre a Palestina ocupada.
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Por que é grave
A sentença sem qualquer base legal abre precedente para o PL 1424/26 de Tabata Amaral, que pretende criminalizar a crítica a Israel e cercear a liberdade de expressão.
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O que está em jogo
Hoje perseguem quem critica Israel. Amanhã pode ser qualquer sindicalista em greve, qualquer jornalista, qualquer trabalhador que critique o governo, o regime e o sistema.
Palestina livre, do rio ao mar.
O PSTU não vai retroceder um milímetro de sua denúncia do Estado de Israel e dos sucessivos crimes contra a humanidade que vem praticando sob os olhos do mundo.
"Vamos manter a nossa luta em defesa do povo palestino, contra o genocídio e pelo fim do Estado sionista, racista e colonialista de Israel, por uma Palestina laica, democrática e não-racista, onde todos os povos, judeus, árabes e de todas as etnias e religiões possam conviver pacificamente. Palestina livre, do rio ao mar!
— Zé Maria, presidente do PSTU
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Solidariedade
Entidades e organizações que se manifestaram contra a condenação.
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Atualizações da campanha
Textos, análises e desdobramentos políticos.
Carregando publicações…
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Nas redes
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Absolvição de Zé Maria, já!.
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